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É Carnaval, ninguém leva a mal!

12 Fevereiro, 2018

Uma festa com tradição.

São várias as tradições de Carnaval em Portugal. Muitas pessoas mascaram-se com fatos alusivos a determinadas categorias profissionais, personagens de cinema, desenhos animados ou até personalidades mediáticas.

Os desfiles de Carnaval são o ponto alto desta data festiva. Existem variados desfiles em diversas cidades de Portugal como Ovar, Estarreja, Torres Vedras, Loulé e Famalicão. Nos desfiles, por norma, é feita uma crítica social a diferentes níveis, desde o futebol, passando pela televisão pela política, recorrendo sempre ao sentido de humor para satirizar o estado do país.

Caretos, as míticas personagens.

Um dos desfiles que destacamos no coletivo Alfayate é o desfile dos Caretos que se mantém como uma das maiores tradições carnavalescas de Trás-os-Montes e um símbolo da cultura portuguesa. Estes personagens, herdeiros dos deuses diabólicos, correm, saltam, dançam e perseguem as mulheres solteiras, envergando o colorido traje de lã ou linho, chocalhos à cintura e uma vara na mão.

Mas de onde vem o Carnaval e toda esta festa?

A origem do Carnaval é incerta, mas acredita-se que tenha surgido na Grécia por volta do ano 520 a.C. O povo festejava como forma de agradecer aos deuses pela fertilidade do solo e da colheita.

Foi reconhecido pela igreja e incluída no calendário cristão depois de muitos séculos. O período de Carnaval era apelidado como “o adeus à carne”, marcando a véspera de um período de jejum e privações antes de se iniciar a Quaresma.

Ainda hoje o Carnaval é comemorado no mundo inteiro e possuí diferentes caraterísticas em cada país que o festeja.

É, sem dúvida, uma época de diversão e onde são permitidas brincadeiras, seguindo o provérbio popular “No Carnaval ninguém leva a mal”!

Descubra  o Conjunto de Crachás que honra esta tradição, uma edição limitada exclusiva da Alfayate.

Comprar aqui!

Mantas de Minde Mantas de Minde, pura inspiração!

2 Maio, 2017

400 anos de herança.

 

Na Alfayate valorizamos a essência da tradição portuguesa e lutamos para que esta jamais seja esquecida.

Fique atento à história que lhe contaremos de seguida e conheça as razões que nos inspiraram a criar a Coleção Mynde.

Provavelmente já se aconchegou numa manta de Minde em casa dos seus pais ou avós, mas já parou para pensar nas histórias que cada fio de lã tem para contar?
 

 
As mantas de Minde têm quase 400 anos, sim, leu bem, 400 anos! Todos os passos da sua evolução caminharam lado a lado com a história económica e social do povo de Minde. Em muitos casos, a manta foi mesmo a “salvadora da pátria”, contribuindo para o desenvolvimento comercial dos habitantes de Minde.

E por falar em desenvolvimento comercial… sabia que o povo de Minde criou uma língua, o Minderico, para que os membros da comunidade, bem como os comerciantes têxteis que vendiam as mantas de Minde, pudessem falar sem que as pessoas à sua volta percebessem o que diziam? Fantástico, temos que admitir! Ao Minderico também chamam de Piação dos Charales do Ninhou, que é como quem diz: “Língua dos habitantes de Minde”.

Já percebeu, seguramente, que o povo de Minde é muito cativante, mas continue connosco para saber tudo sobre a história que envolve as mantas de Minde…

A meados do século XVII, no convento dos Frades Arrábidos, já se teciam mantas grosseiras. Com o desenvolvimento destas mantas ao longo dos anos, o Rei D. João V estabeleceu em Minde um mercado anual de lãs, no mês de julho.

Depois da crise económica e social que a população de Minde sofreu, na sequência das invasões francesas e das lutas liberais, a comunidade conseguiu reerguer-se devido ao fabrico das mantas, atividade essa que chegou a ser a principal função da população no final do século XIX.
 

 
Durante largas décadas do século XX, as mulheres de Minde teciam as mantas para que os homens a vendessem um pouco por todo o país.

Foi através do negócio das mantas de Minde que a comunidade e comerciantes desenvolveram a sua própria língua, o Minderico. Esta língua nasceu como resultado do isolamento da comunidade, localizada entre os Planaltos de Santo António e de São Mamede. Inicialmente a língua era secreta e continha termos e expressões “de defesa”, ou seja, palavras e expressões que davam a possibilidade da comunidade falar entre si, sem que aqueles que os rodeassem percebessem o que estes diziam. Com a evolução do minderico, a língua passou a ser utilizada em variados contextos sociais e não apenas no negócio das mantas.

O fabrico das mantas de Minde atingiu o apogeu nos anos 50, no entanto, passados cerca de três décadas, já não havia nenhum tear manual a trabalhar permanentemente em Minde.

 

Ao longo dos anos os teares foram desaparecendo, desmanchados, estragaram-se e serviram de lenha. Foram poucos os que se salvaram. As técnicas têm sido esquecidas e as mantas confundidas com as restantes mantas de retalhos do país. É por esta razão que hoje, a manta de Minde é considerada um produto de luxo quando produzida em tear manual, uma vez que é 100% de lã e totalmente artesanal.

O Centro de Arte e Ofícios Roque Gameiro (C.A.O.R.G.) situado em Minde contribui, desde 1987, para que esta tradição se mantenha viva, produzindo em teares tradicionais, mantas puras de Minde. É também no C.A.O.R.G. que poderemos encontrar a edição atual do glossário minderico, onde se encontram as palavras traduzidas de português para minderico e de minderico para português.
 


Uau, que história fascinante! Sim, já pode confessar que não fazia ideia de que aquela mantinha aconchegante na casa dos seus pais ou avós tinha tanto para contar! Também nós nos fomos deixando surpreender por toda esta tradição e história.

Mas pensa que terminou por aqui? Não, há mais e acredite que deixámos o melhor para o fim! Sabia que até há pouco tempo existia apenas uma única pessoa no mundo, capaz de produzir em teares tradicionais as verdadeiras e puras mantas de Minde? Desta é que não estava à espera! Pois é, é o artesão Roberto Ferreira, de 33 anos, é o responsável pelo tecido de Minde aplicado nos artigos Alfayate. Apesar da confecção artesanal ser um pouco mais lenta, a qualidade supera qualquer expectativa, o que torna a nossa coleção MYNDE tão genuína, única e especial.

Trabalhámos em conjunto com o artesão Roberto, para que todos os padrões de Minde se encaixassem perfeitamente em cada artigo desta coleção.

 


 

COLEÇÃO MYNDE disponível brevemente.

 

Stereossauro InspiredTalk, com Stereossauro.

9 Dezembro, 2017

STEREOSSAURO - O nosso 2x IDA WORLD CHAMPION (BEATBOMBERS)

Já é bem conhecida a admiração que o coletivo Alfayate nutre pelos artistas que conseguem promover a tradição portuguesa sem receio de inovar e o Stereossauro é dos seus maiores exemplos .

A forma como reinventa clássicos da música portuguesa, cortando e colando com fina mestria através da arte do turntablism é algo que tentamos recriar na Alfayate sempre que desenhamos e produzimos novos artigos e novas coleções de vestuário Urbanwear.

Estivemos com ele na sua cidade Natal, Caldas da Rainha e foi com muita alegria que ficámos a saber que a admiração do coletivo Alfayate pelo seu trabalho é reciproca.

Fiquem connosco e descubram alguma curiosidades acerca de um dos nossos bicampeões da IDA WORLD DJ CHAMPIONSHIP.

Qual a tua opinião acerca do panorama musical em Portugal e da sua evolução nos últimos anos.

Está muito bem, principalmente agora pois temos vários projetos com uma sonoridade muito própria, acho que estamos num ótimo período.

Tens sido bastante ousado ao conjugar musicas portuguesas de artistas como Amália ou Carlos Paredes com beats modernos dando-lhe uma nova roupagem. Como tem sido o feedback do público? Tem sido sempre positivo?

Tem sido sempre muito positivo, o que me motiva bastante para continuar, fico muito feliz por fazer o que mais gosto e por perceber que tem uma boa aceitação pelas pessoas.

Qual a tua região favorita do nosso pais e de onde guardas melhores memórias.

A minha zona preferida é precisamente a zona oeste onde cresci é daquí que tenho mais memórias, felizmente vivemos num pais com uma geografia brutal e nem preciso de andar muito de carro pra ir a sitos de renome mundial, é isso! zona oeste…

Qual a tua opinião acerca do projeto Alfayate e da sua tentativa de recuperar as tradições e saberes antigos portugueses e aplicá-los na criação de urbanwear.

Gosto muito deste projeto em concreto e acho que estes projetos fazem todo o sentido, as particularidades de cada região são geralmente únicas e dão um cunho de originalidade, é a nossa identidade é o que nos diferencia dos outros.

Esperamos que tenham gostado. É sempre um prazer conversar com o Stereossauro num local de Portugal tão interessante como as Caldas da Rainha. Em breve teremos mais entrevistas a outros portugueses que dão cartas em Portugal e também no estrangeiro!

Fiquem atentos.

PS: Se também ficaram apaixonados pela Mochila da coleção Mynde e Hoodie da coleção Vyana com que o Stereossauro aparece nestas fotos poderão encontrá-las em www.alfayate.pt

Discover all our talks, stories and characters that are part of the Alfayate world at InspiredTalk.
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Café Café, o nosso eterno amante.

14 Abril, 2017

Sabor e aroma sem igual.

 

Com ou sem açúcar, servido numa chávena fria ou escaldada. Curto, cheio, abatanado, carioca, com uma pinga de leite ou cheirinho. Muitas são as opções mas a essência que distingue o seu aroma e sabor é única. O café é indispensável numa pausa, num encontro entre amigos, no final das refeições, para acordar ou manter acordado.

O Dia Internacional do Café é celebrado em diversos países e em diferentes datas, tendo-se estabelecido o dia 14 de abril para a celebração mundial. Embora a origem da efeméride seja desconhecida, o coletivo Alfayate não poderia deixar de celebrar esta data dedicada a uma das bebidas mais consumidas em Portugal.

Delicie-se com o nosso vídeo dedicado aos amantes do café e a este costume já enraizado na cultura portuguesa.

 

Sabia que o café é a segunda matéria-prima mais vendida a nível mundial e que cerca de 80% da população portuguesa consome café diariamente, com uma média anual 4,700kg por pessoa? Uma verdadeira, saborosa e intensa paixão.

 
 

A planta do café é originária da Etiópia e foi utilizada como alimento. Em 575 d.C. passou a ser cultivada pelos árabes com o objetivo de preparem uma bebida.

Uma das lendas que conta a origem do café atribui a descoberta das suas propriedades a um prior de um mosteiro cristão. Diz-se que um pastor, de nome Kaldi, lhe terá conferenciado que as suas cabras andavam muito agitadas e sem conseguirem conciliar o sono depois de terem comido “uma certa planta”. O prior analisou a planta e decidiu utilizar os seus grãos para conceber uma bebida que ofereceu a alguns dos seus monges. Logo percebeu que, graças a ele e à bebida que fizera, os monges ficavam mais despertos durante os ofícios religiosos da noite.

É caso para dizer que o povo português agradece o atrevimento das tais cabras que permitiram a descoberta desta bebida sem igual.

 

 

Café, herança histórica.

Em Portugal, durante o reinado de D. João V, o militar luso-brasileiro Francisco de Melo Palheta conseguiu introduzir o café no Brasil, ex-colónia portuguesa, transformando-o no maior produtor de café a nível mundial. A partir do Brasil o café foi levado para as ex-colónias Cabo Verde e S. Tomé e Príncipe. Pensa-se que em Angola o café tenha surgido anteriormente e que tenha sido introduzido pelos missionários portugueses.

EM DESTAQUE


Em destaque no vídeo "Café, o nosso eterno amante", dedicado ao Dia Internacional do Café está a White Xyta Jersey, a Black Vyana T-shirt e a Birdies Light Pattern T-Shirt. 

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Se também é um amante de café deixe o seu comentário e descubra os seus artigos na nossa loja online.

Brites de Almeida Brites, a Padeira de Aljubarrota.

11 Fevereiro, 2017

 A autêntica mulher de armas...

 

Há inúmeros relatos que definem Brites como sendo uma mulher de meter um pouco de medo, não só pela estatura corpulenta, ossuda e, aqui para nós, pelos oito dedos que teria em cada mão, mas também pela sua valentia e por ser uma mulher destímida, o que levava muitas das vezes a comportamentos desordeiros.

Nasceu em Faro, no seio de uma família humilde e pobre. Diz-se que dava muitas dores de cabeça e problemas aos seus pais que acreditavam que Brites poderia ter sido uma mulher às direitas, trabalhadora e séria. Aos 26 anos ficou órfã, decidiu vender tudo o que tinha de feira em feira e não levou, de todo, a vida que os pais sonhavam para ela.

Conta-se que se viveu extraordinárias aventuras, que levou uma vida errante, que terá morto com a sua própria espada um pretendente, que fugiu para Espanha a bordo de um barco que fora assaltado por piratas argelinos e que a venderam por uns trocos a um senhor poderoso da Mauritânia.

Após esta vida errante Brites de Almeida lá se fixou em Aljubarrota, onde acabou por se casar com um lavrador e tornar-se dona de uma padaria. Enfim, finalmente um pouco de calma e serenidade na vida da nossa heroína…

Brites, encontrava-se na vila quando se deu a batalha entre portugueses e castelhanos. Os nossos vizinhos foram derrotados, mas sete deles fugiram do campo de batalha para se abrigarem nas redondezas. Vendo a casa de Brites vazia, decidiram invadi-la, mal sabiam o que lhes esperava. Quando a nossa heroína chegou a casa, apercebeu-se da presença dos inimigos. Teria encontrado os soldados dentro do seu forno, escondidos. Com a sua valentia, ordenou que se rendessem vezes sem conta, mas fizeram ouvidos moucos aos avisos continuados. Não contente com a situação e já fartinha de lá estar à espera, Brites bateu-lhes com a sua pá, matando-os um por um.

Mas a história não fica por aqui! Diz-se que a guerreira portuguesa criou um grupo onde mulheres feitas da mesma fibra que ela, perseguiam inimigos, mantando-os sem dó nem piedade!

 


Ufa…! Depois desta história tem que confessar que realmente, a nossa Brites de Almeida, ou Padeira de Aljubarrota, merece uma T-Shirt ALFAYARTE dedicada a todas estas aventuras! Que acha deste estória e da lendária Brites de Almeida? Será lenda ou terá um fundo de verdade? Partilhe a sua opinião connosco!

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Descubra aqui todos os detalhes das T-Shirts Brites de Almeida que pertencem à nossa irreverente Coleção Alfayarte.

InspiredTalk, com Verónica Cristóvão

9 Maio, 2017
VERÓNICA CRISTÓVÃO - DESIGNER DE MODA

No coletivo Alfayate temos a oportunidade e a sorte de nos cruzarmos com pessoas extraordinárias, pessoas com história, pessoas que nos inspiram todos os dias e, principalmente, pessoas que também partilham deste amor pela cultura e tradições de Portugal. Verónica Cristóvão não é exceção! A Designer de Moda que reside na cidade do Porto pertence ao coletivo Alfayate e contribui de forma incansável para que todos os nossos artigos, inspirados pela herança cultural portuguesa, ganhem vida!

Fique connosco e descubra um pouco do percurso e trabalhos desenvolvidos pela nossa designer de moda, Verónica Cristóvão.

Conta-nos como começou esta tua aventura pelo mundo da moda e porquê…

A aventura na Moda surgiu desde muito cedo, desde criança que sonhava ser designer de moda. Adorava desenhar e construir peças para as bonecas. Aos 18 anos fui para o Porto estudar Moda no Citex e logo após terminar o curso fui estagiar para um Grupo Multinacional português onde trabalhei durante quatro anos. Era um trabalho mais ligado ao mundo do sportswear (trail running, ski, acessórios, casual) e beachwear. Foi uma grande aprendizagem e desafio, mas era algo que não queria para a minha vida, pois tive sempre o sonho de desenvolver a minha própria marca direcionada para o vestuário personalizado. Aliado ao vestuário personalizado também comecei a trabalhar como freelancer para desenvolver coleções para marcas, pois era uma forma de não me desligar completamente da indústria e uma forma de abraçar novos desafios como foi o caso da marca Alfayate.

Como consegues conciliar o trabalho profissional com a vida pessoal?

Nem sempre é fácil conciliar o trabalho com a vida pessoal, mas como se trata de algo que dou muita importância tento sempre conciliar da melhor forma definindo muito bem as prioridades.

Quais são ou foram as tuas maiores influências e que, de certa forma, contribuíram para seres a designer de moda que és hoje?

Talvez a minha maior influência tenha sido o gosto pelo desenho e o facto de a minha mãe ser costureira. Desde muito cedo que desenhava as minhas próprias roupas  para a minha mãe fazer, gostava de ter exclusividade. Hoje em dia já não é bem assim devido à minha falta de tempo.

De todas as áreas da história e cultura de Portugal, o que mais te inspira na criação das tuas peças?

O que mais me inspira são as pessoas no dia-a-dia. Adoro sentar-me e observar as pessoas, pensar em soluções que as favoreçam da melhor forma, para que se sintam valorizadas e que se identifiquem com a própria roupa. Para mim o mais importante é que as pessoas tenham a liberdade de vestir o que quiserem e que se sintam realmente bem com elas próprias, até porque a Moda é muito subjetiva assim como o gosto de cada um.

Todos os teus artigos são concebidos manualmente. Tens alguém que te ajude a criá-los ou gostas de trabalhar e desenvolve-los sozinha?

No que se refere ao vestuário personalizado, sou eu que desenvolvo os produtos de raiz desde a criação do desenho à construção da peça. Só quando vou a Leiria é que tenho a ajuda da minha mãe, quando tenho encomendas de clientes daquela zona.

Normalmente crias artigos clássicos, vestidos fantásticos que parecem terem saído de contos de fadas. Como foi aceitar este nosso desafio de criares peças completamente diferentes do habitual e de estilo urbanwear?

Eu desenvolvo mais peças para dias festivos porque é o que as pessoas encomendam mais e porque gostam de exclusividade. Mas também adoro criar peças para o dia-a-dia. Desenvolver peças de urbanwear foi claro um grande desafio. Mas também gosto de sair da minha zona de conforto e abraçar novos projetos.

Se pudesses destacar apenas um artigo entre todas as Coleções Alfayate que ajudaste a criar, qual escolherias?

Para mim distinguiria as T-shirts da coleção Vyana para homem e os Hoodies-vestido da coleção Xyta para mulher.

Qual é o balanço que fazes do trabalho desenvolvido com e para o coletivo Alfayate? Aquilo que esperavas está a ir ao encontro do que tem vindo a acontecer?

Foi uma honra trabalhar com o coletivo Alfayate, uma equipa fantástica, criativa, objetiva e muito fácil de trabalhar. Foi realmente uma experiência incrível que gostaria de repetir. O resultado foi o melhor do que o esperado, fiquei surpreendida pela positiva.

Pensas que a Alfayate valoriza de forma correta o Património cultural português?

Sim, de uma forma criativa  transpondo para os dias de hoje, resultando num look muito atual e descontraído. As ilustrações são inspiradas em padrões tradicionais portugueses, onde lhe é atribuído um contexto urbanwear, revivalista e contemporâneo.

Enquanto Designer de Moda e com uma vasta experiência, como consideras o estado atual da moda em Portugal?

A Moda em Portugal está a crescer sobretudo num contexto industrial. O produto português é cada vez mais valorizado, sobretudo pela qualidade e confeção.

A Verónica é uma peça fundamental para o coletivo Alfayate. Poderemos mesmo afirmar que, sem ela e o seu extraordinário trabalho, as coleções que hoje damos a conhecer não seriam as mesmas. É com orgulho que agradecemos a sua presença e todo o empenho demonstrado perante a marca Alfayate e o nosso grande objetivo de valorização do Património Cultural Português.

Ainda não visitou a nossa loja online? Não perca tempo e descubra todos os artigos que também nasceram pelas mãos, talento e criatividade da designer Verónica.

 


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D. Sandra InspiredTalk, com D.ª Sandra.

29 Abril, 2017
D.ª SANDRA - ARTESÃ

A crise na indústria têxtil em Portugal obrigou inúmeras fábricas a fecharem ports na Benedita, uma vila localizada na zona centro do país, onde em tempos eram fabricados alguns artigos da Adidas, como as famosas e intemporais “Stan Smith”. Hoje, algumas fábricas lutam por sobreviver não deixando que o artesanato e os ofícios tradicionais morram. Entre as poucas que ainda continuam em atividade, encontrámos parcerias perfeitas para dar vida aos acessórios Alfayate, concebidos artesanalmente e, claro, sempre inspirados nas nossas raízes.

Uma das empresas da vila que se juntou ao nosso coletivo e com a qual temos a honra de colaborar, é um negócio familiar que nasceu há mais de quinze anos, num pequeno sótão da casa da D.ª Sandra e do Sr. Fernando. Pelas mãos do casal já foram criados milhares de artigos reconhecidos pela sua qualidade, não só a nível nacional mas também internacional.

Fique por aí porque a D.ª Sandra tem muito para contar…

Quando começaram a trabalhar nesta área e o que vos levou até aqui?

Já começámos a trabalhar nesta área há quinze anos, a razão é que sou muito curiosa, gosto de fazer coisas diferentes, coisas novas… cheguei a trabalhar numa fábrica parecida, depois mudei de ramo, mas sempre gostei desta área, então resolvi começar a trabalhar por conta própria.

Conte-nos como surgiu a empresa...

Comecei sozinha no meu sótão. Comprei a minha primeira máquina a trabalhar e sem ajuda de ninguém. Como sempre fui muito curiosa, sabia tirar os moldes das malas, que é o mais difícil de se fazer… comecei aos bocadinhos e no fim fui criando alguns clientes. Pouco tempo depois, o meu marido veio trabalhar comigo e passei para aqui, para esta parte da fábrica, aquilo que é hoje.

O que a marca ou marcou mais nesta vossa profissão?

O que me marca mais é ser reconhecida por fazer artigos de qualidade. Hoje em dia as pessoas já dão mais valor aos artigos que são feitos à mão, mas até há bem pouco tempo não davam tanto valor…

Até porque houve uma grande quebra na indústria têxtil em Portugal…

Exatamente. A indústria têxtil, principalmente na zona norte, quebrou muito e nós aqui, também tivemos uma quebra muito grande, mesmo sendo do centro.

Pensa que agora há mais projetos que ajudam a reverter a situação?

Sim! Já se dá muito mais valor ao artigo nacional.

E esses projetos podem dar vida a estas profissões que tendem a ser esquecidas?

Penso que sim, mas ainda temos que evoluir muito porque há pouca malta jovem a investir neste campo. Há pouca gente a trabalhar e que queira trabalhar neste ramo... é necessário haver mais formação. Há mesmo muito pouca formação daquilo que se pode fazer. Hoje, se precisar de alguém para trabalhar neste ramo, não há… nem sabem! Não há conhecimento…

Para além da formação, o que é mais necessário para a valorização destes ofícios?

O governo deveria investir um bocadinho mais na projeção de tudo isto. Há muito pouco investimento nesta área, o dar conhecer… não se valoriza muito. Deveriam [o governo] ir às terriolas antigas falar com as pessoas e ver o bom que se faz neste país!

Em relação à Alfayate, o que pensa do projeto? Estaremos a valorizar da maneira mais correta o património português?

Sim, sim…! Temos muitas coisas que estão a ficar esquecidas e se não for hoje a malta mais nova a ir buscar estas antiguidades, elas morrem. E levar um bocadinho do nosso país para o mundo é muito importante… somos um país muito pequenino mas com muita qualidade, com muitas raízes antigas, muita coisa boa!

O conhecimento e a experiência que a D.ª Sandra e o Sr. Fernando adquiriram ao longo da vida faz toda a diferença na produção dos artigos Alfayate. Depositamos toda a nossa confiança neste casal que contribui com o coletivo desde a fase de planeamento dos artigos, passando pelo seu design e testes de qualidade dos materiais utilizados. É com honra e orgulho que pertencem ao coletivo Alfayate, contribuindo com a valorização do Património Cultural Português.

 

COLEÇÃO MYNDE disponível brevemente.


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InspiredAdventure, provar Brisas do Liz.

5 Junho, 2017

As divinais Brisas do Liz fazem as delícias dos mais gulosos que passam pela cidade de Leiria. A origem da tradicional iguaria está associada ao antigo convento de Santana (hoje demolido), onde as religiosas se dedicavam ao seu fabrico. Conta-se que o segredo da receita foi passado por uma freira a uma senhora muito devota e sua amiga, proprietária do café Colonial, espaço que ainda hoje existe, sendo o mais antigo e conhecido da cidade. O fabrico das deliciosas Brisas do Liz foi-se espalhando pelas pastelarias de Leiria e são hoje muito procuradas, não só por quem visita a cidade, mas também pelos seus habitantes.

O doce conventual pertence ao roteiro gastronómico da cidade, e nós fomos prová-lo!

Em destaque neste InspiredAdventure está a White Xyta Jersey, inspirada pelo padrão de Chita de Alcobaça, e que pode descobrir aqui.


Esteja atento, acompanhe as nossas viagens InspiredAdventure e descubra o que de melhor Portugal tem para oferecer.
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InspiredAdventure, explorar Nazaré.

4 Junho, 2017

A inconfundível marginal, o peixe que seca ao sol, as nazarenas que envergam os seus trajes típicos, o areal sem fim, a baía vista do alto, tão bela que é! A Nazaré começou a ser conhecida e procurada, como praia de banhos, em meados do século XIX. Dona de uma beleza natural que desde sempre conseguiu atrair visitantes. A pesca, a transformação do pescado e a sua venda, foram as principais atividades da população nazarena, ao longo do século XX. Na década de 60, o Turismo descobriu o encanto desta vila e a Nazaré começou a ser conhecida internacionalmente. São milhares os turistas, nacionais e internacionais, que a visitam ao longo do ano.

Hoje, a Nazaré é uma vila moderna, sempre animada e que vale a pena visitar! Acompanhe o nosso passeio por esta bela vila portuguesa.

Em destaque neste InspiredAdventure está a Electric White Xyta T-Shirt, inspirada pelo padrão de Chita de Alcobaça, e que pode descobrir aqui.
 


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Bird O Alfaiate que inspira o nosso nome!

10 Março, 2017

Voar mais alto.

 

A origem do nome do coletivo Alfayate poderia ser bastante óbvia, se não vejamos: das nossas mãos nascem peças de roupa únicas, que têm como inspiração os oito séculos de herança portuguesa. Além deste facto, cada artigo é produzido numa pequena fábrica familiar, a norte de Portugal, Guimarães, cidade com uma forte tradição e qualidade no sector têxtil.

Juntar um mais um seria fácil, mas engane-se! O nosso nome não se cinge ao profissional especializado em Alfaiataria, a arte que consiste em criar roupas de forma artesanal e à medida do cliente, mas sim à ave Alfaiate, também conhecida como Recurvirostra avosetta. É caso para dizer que voámos (literalmente) mais alto para fazer chegar até si as nossas coleções que nascem de pura inspiração e amor à nossa tradição!

 
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Com a origem do nosso nome desvendada, é hora de pousar voo para dar a conhecer esta ave…

Delicada, elegante e harmoniosa. Veste-se de preto e branco o que contrasta com as suas pálidas patas cinzentas azuladas. Mesmo estando longe, conseguimos perceber a sua presença através das suas vocalizações bem audíveis mas imersas num suave e melodioso “plit, plit,” uma das características da espécie.

O que mais nos impressiona nesta ave é, sem dúvida, a estranheza do seu bico preto, fino e fortemente encurvado para cima. Mas nada na Natureza acontece por acaso e para tudo há uma razão. O bico tem uma função muito própria, com cerca de 8 cm, faculta a alimentação, baseada em insetos e pequenos crustáceos. Desconfiamos que pelas suas características, a ave Alfaiate gosta de dar nas vistas, até pela peculiar forma de como se alimenta, uma vez que abana ligeiramente a ponta do bico aberta através da água ou da lama, encontrando assim, as suas presas que teimam em esconder-se.

Em Portugal, esta espécie distribui-se desde o Minho ao Algarve, sendo associada a habitats aquáticos, como estuários, salinas, zonas de vasa entre marés, baías pouco profundas, lagoas costeiras e albufeiras de regiões interiores. Caso esteja interessado em conhecer de perto a ave Alfaiate, os melhores locais de observação são o Estuário do Tejo, Sado e Ria Formosa, sendo que a melhor época é durante o Inverno

 

 
O amor que sente pelo litoral português, a sua elegância, delicadeza, forte presença, bem como todas as suas pequenas mas notáveis características, fazem da ave Alfaiate a perfeita inspiração!

Junte-se a nós e voe entre o passado e o presente em perfeita harmonia.

  • Alfayate - Birdies Scarf
  • Alfayate - Birdies Light Pattern T-Shirt
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Gostou dos nossos artigos inspirados pela ave Alfaiate? Não perca tempo e descubra todos os detalhes do Birdies Scarf e da Birdies Light Pattern T-Shirt.

“Minha pátria é a língua portuguesa.”

21 Fevereiro, 2017

Nossa Língua Materna.

 

Pensamos, comunicamos, sentimos e criamos através da nossa língua.

Este dia é dedicado à Língua Materna, à língua que traduz e inspira a nossa identidade cultural, à língua que constrói inúmeras pontes entre povos. Foi proclamado pela UNESCO em 1999, sendo comemorado em todos os seus países membros, com o objetivo de proteger e salvaguardar as línguas faladas em todo o planeta

A escolha do dia 21 de fevereiro para comemorar o Dia Internacional da Língua Materna é uma homenagem aos estudantes que foram mortos pela polícia, em fevereiro de 1952, na cidade de Daca (Bangladesh), enquanto protestavam pelo reconhecimento da sua língua - o bengalês - como um dos dois idiomas oficiais do então Paquistão.

Ao celebrarmos este dia, tentamos valorizar e proteger todas as línguas maternas faladas no mundo, honrando tradições culturais e respeitando a diversidade linguística.
 


 

Sabia que a língua portuguesa tem cerca de 250 milhões de falantes e é falada em dez países?

Assista ao vídeo abaixo e descubra mais curiosidades sobre a nossa Língua Materna, o português!

 

Partilhe connosco a sua opinião sobre a importância e a valorização da Língua Materna.

Alfayarte Alfayarte, reviver a história!

6 Fevereiro, 2017

Uma lição de criatividade.

 

Uma lição de criatividade inspirada pela nossa herança. A Alfayarte é o lado mais criativo e irreverente do coletivo Alfayate e reflete o desejo de reviver mitos, personagens, histórias e lendas, bem como outros factos inspiradores que nos levam a amar as nossas raízes.

Aqui reunimos ilustradores, designers de moda e estilistas que queiram aceitar o desafio de retratar figuras míticas portuguesas e toda a sua história.

São mais de oito séculos de história repleta de referências que serão representados nas suas roupas e acessórios favoritos.

 

Alfayarte

 
Tem ideias em mente que queira partilhar e nos inspirar a criar novos produtos para a Coleção Alfayarte? Vá em frente, há todo um passado por redescobrir!

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Deixe-se inspirar pela nossa história e veja a Coleção Alfayarte aqui.

Xyta Chita de Alcobaça, pura inspiração!

27 Janeiro, 2017

Genuína delicadeza.

 

Tal como em qualquer artigo Alfayate, a Coleção Xyta nasceu da inspiração que a própria história de Portugal nos oferece.

Viaje connosco durante os próximos parágrafos e saiba tudo sobre o padrão de Chita de Alcobaça que inspirou a coleção que pode descobrir aqui.

O padrão de Chita de Alcobaça é conhecido em Portugal e remete-nos para as memórias das nossas mães e das nossas avós que recordam estes padrões na decoração de casas antigas ou em vestuário do início do século XX.

A verdade é que a sua origem era para a maioria dos Portugueses um mistério, inclusivamente para nós. Como tal investigámos e para nossa surpresa ficámos ainda mais fascinados ao descobrir que a origem deste tecido remonta à India e a mais de 500 anos de história.

Pedimos a sua atenção, para um pouco de história sobre a Chita de Alcobaça, por favor…

A palavra Chita tem origem no sânscrito - Chintz- e surgiu na Índia medieval. Chintz era originalmente um tecido de algodão estampado produzido na Índia.

Foi em meados do século XV que mercadores portugueses trouxeram a Chita para a Europa.

O fabrico de pano de algodão em Portugal surgiu muito cedo e há vários testemunhos que comprovam que em 1530 já existia uma indústria de tecelagem em Alcobaça. Desde 1774 e até meados do século XIX, Alcobaça terá mesmo sido considerada como um dos mais importantes centros de manufatura de fiação e tecelagem de algodão do país. É também nesta época que surge a especialização nos estampados e padrões utilizados na Chita de Alcobaça.

A Chita de Alcobaça recorre a padrões que se desenvolvem em riscas largas ao alto, onde surgem pássaros, aves exóticas, animais, flores, frutas, figuras humanas, cornucópias, ânforas, ninhos e frutos tropicais.


Já conhecia estes padrões ou algo parecido? É esta a combinação de elementos que ainda hoje nos fascina. A forma como se combinam elementos de origem tão diferentes remete-nos, sem dúvida, para a mistura de culturas e para o encontro entre a Ocidente e Oriente.

Também nós na Alfayate nos deslumbrámos com estes padrões e com a sua história, levando-nos a tomar como inspiração alguns elementos dos padrões originais para criar uma coleção que apelidámos de Xyta, onde não pode faltar a ave Alfaiate que nos caracteriza e que está presente em todos os nossos padrões.

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Deixe a sua opinião nos comentários e descubra a nossa Coleção Xyta aqui.

Vyana Trajes de Viana, pura inspiração!

22 Janeiro, 2017

Inconfundível beleza.

 

O amor à primeira vista pelas tradições da região do Minho e Viana do Castelo inspiraram a Coleção Vyana que pode descobrir aqui.

Se não conhece Viana do Castelo, o que é uma pena, adiantamos desde já que este distrito é, sem dúvida alguma, herdeiro de um artesanato e folclore sem igual.

Mas como um pouco de cultura nunca fez mal a ninguém, convidamo-lo a conhecer toda a história por trás dos artigos Alfayate que fazem parte desta coleção.

É certo que poderá nunca ter estado em Viana do Castelo, como tal apresentamos a nossa principal inspiração, o famoso Traje à Vianesa. Para os portugueses de origem minhota, é muito provável que a maioria das tias, mães, avós e primas da sua família tenham um.

O conhecido traje que inspira alegria e vivacidade das nossas gentes é considerado uma das maiores preciosidades da cultura tradicional portuguesa.

Também ficou surpreendido? Então, deixe-se levar e encantar pela história do Traje à Vianesa ou também chamado, Traje de Viana…

Uma das peças que se destaca no tradicional Traje à Vianesa é o Lenço de Viana. Esta conhecida e admirável peça é feita em linho e possui várias cores características, onde sobressai o vermelho, preto, amarelo, branco e azul.

A partir do século XIX, durante gerações, o ensinamento dos lavores e trabalhos manuais foi confiado às raparigas minhotas que fiavam, teciam e bordavam para conceber, além do enxoval, os seus tradicionais Trajes à Vianesa.

Pela extraordinária beleza e delicadeza dos seus bordados, por tudo o que ele representa em termos de criatividade artística e o trabalho que lhe é subjacente, o Traje à Vianesa é, seguramente, um dos trajes mais emblemáticos de Portugal.

As mulheres do Minho sempre foram conhecidas pelas suas características de força, garra, e determinação bem como pela sua beleza fascinante.

Existem algumas mulheres minhotas que se tornaram heroínas por terem lutado pelo Minho e por Portugal, Deu-la-Deu Martins é dos nomes mais conhecidos, assim como as chamadas Marias da Fonte, um grupo de mulheres responsáveis pela Revolução do Minho.


Bem sabíamos que se deixaria encantar pela história do Traje à Vianesa! Se ainda não teve oportunidade de os apreciar ao vivo e a cores, fique a saber que poderá fazê-lo, todos os anos em agosto, no tradicional e emblemático Desfile da Mordomia da Romaria da Agonia, onde centenas de mulheres passeiam pelas ruas de Viana do Castelo, envergando os típicos trajes.

Toda esta essência também nos deixou rendidos e foi por esta razão que criámos a coleção VYANA, onde poderá identificar facilmente os padrões que fazem parte dos Lenços de Viana e onde, se estiver mais atento, poderá também encontrar a ave que nos representa, o Alfaiate.

Redescubra ainda o padrão de Viana que renasceu como resultado da inovação Alfayate.

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Sabemos que ficou curioso, por isso deixe a sua opinião nos comentários e espreite toda a coleção aqui.

ALFAYATE – heritage inspired

O projeto ALFAYATE valoriza a herança portuguesa materializando a nossa história e tradição em roupa e acessórios de moda. Reinventamos padrões e símbolos que podem ser contemplados de norte a sul do país, como as tradicionais Mantas de Minde, os famosos Trajes de Viana ou os padrões de Chita de Alcobaça.

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